segunda-feira, 28 de julho de 2008

Fumo

Imagem prossivelmente protegida com direitos de autor

Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas;
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!



Florbela Espanca

7 comentários:

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Maria, bela imagem...Excelente texto...
Beijos

Nilson Barcelli disse...

Longe de ti é tudo branco... e perto também...
Nem me atrevo a comentar a Florbela, não vá ela dar com algum erro, ainda que esteja tão longe.
Mas enquanto nos lembrarmos, ela estará no meio de nós (as pessoas só morrem quando todos já as esqueceram).

Beijinhos.

RESSACA disse...

Aqui nasceu o Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...

Mari disse...

Maria!

Adoro a Florbella Espanca, eu tenho uma identificação com sua poesias.
Que lindo esse sagrado sentimento humano. AMOR!
Gosto também do "amar"

Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

Florbela Espanca

fotógrafa disse...

Tenho grande identificação com Florbela...obrigada por este belo poema que nos ofereces...
Abraço e bom fds

Miki disse...

Olá! Bom domingo, mesmo com este rico calor…
Se quiseres refrescar-te um pouco, passa pelo meu cantinho e refresca-te com o que por lá está postado…
Kisu

Lena disse...

Excelente texto!!

Beijinho