quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Manhã de Inverno

A pálida luz da manhã de Inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem menos esperança sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser será,

Quer eu queira ou não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei, tudo mais é sonhar.

2 comentários:

safira disse...

Olá Maria, vim devolver a visita que fizeste ao meu cantinho.
Esta foto é espectacular; o poema é bonito, mas um bocadinho triste. Temos dias assim, não é?
Um beijinho,
Safira

Nuno de Sousa disse...

Uma foto espectacular, um blog que vai dar que falar. Bjs grandes amiga.
Nuno